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O câncer nos gânglios linfáticos ocorre quando células malignas se desenvolvem nos linfonodos, que fazem parte do sistema linfático. 

Este sistema é fundamental para a defesa do organismo, pois filtra substâncias nocivas e ajuda no combate a infecções. 

A detecção precoce pode fazer diferença no tratamento e no controle da doença.

Saiba tudo a respeito do câncer nos gânglios linfáticos abaixo!

O que são os gânglios linfáticos e seu papel no corpo

Os gânglios linfáticos são pequenas estruturas em forma de feijão espalhadas por todo o corpo. 

Eles armazenam células imunológicas que combatem agentes prejudiciais. Localizam-se principalmente no pescoço, axilas, virilha e abdômen.

Esses gânglios agem como filtros, capturando microorganismos, toxinas e células anormais. 

Quando ocorrem alterações como inchaço, endurecimento ou aumento, pode ser um sinal de alerta para investigações médicas.

Como acontece o câncer nos gânglios

O câncer nos gânglios linfáticos ocorre quando células anormais se desenvolvem dentro dos linfonodos. 

Essas células podem ser originadas de linfócitos, que são células do sistema imunológico, ou podem ser provenientes de outros tipos de câncer que se espalharam para os gânglios linfáticos, em um processo chamado metástase. 

Quando essas células cancerígenas começam a se multiplicar de forma descontrolada, elas podem formar tumores nos linfonodos, causando seu aumento e alteração nas funções normais do sistema linfático.

Além dos linfomas, o câncer nos gânglios também pode ser resultado de metástases provenientes de tumores em outras partes do corpo, como mama, pulmão, cólon e próstata.

Quando células cancerígenas se desprendem de um tumor primário, elas podem viajar pelo sistema linfático e se alojar nos linfonodos, onde continuam a se dividir e se multiplicar.

Tipos de câncer que afetam os gânglios linfáticos

Câncer nos gânglios linfáticos O que significa e como tratar 2

Os linfomas são os principais tipos de câncer que atingem os gânglios. 

São divididos em linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin, diferenciando-se pelo comportamento das células malignas.

Metástases também podem ocorrer quando células cancerígenas de outros tumores se espalham para os linfonodos. 

Nesses casos, o câncer nos gânglios reflete a progressão da doença primária.

Linfoma de Hodgkin

O linfoma de Hodgkin caracteriza-se pela presença de células grandes e específicas chamadas células de Reed-Sternberg. 

Costuma apresentar melhor prognóstico quando detectado precocemente.

Linfoma não-Hodgkin

O linfoma não-Hodgkin inclui diferentes subtipos, com características variadas. 

Alguns crescem lentamente, enquanto outros se desenvolvem de forma mais agressiva.

Diagnóstico e exames necessários

A confirmação do diagnóstico exige exames específicos, incluindo:

  • Biópsia: Consiste na remoção de parte ou do todo do gânglio para análise laboratorial.
  • Exames de imagem: Tomografias e PET scan ajudam a identificar a extensão da doença.
  • Hemogramas: Avaliam possíveis alterações nas células do sangue.

A combinação de exames permite definir o tipo, estágio e gravidade da condição.

Tratamentos disponíveis

O tratamento varia de acordo com o tipo de câncer e seu estágio, incluindo as seguintes opções:

Quimioterapia

Utiliza medicamentos para destruir as células cancerígenas, impedindo seu crescimento e reprodução. 

Geralmente, é indicada para linfomas e casos de metástase avançada.

Radioterapia

Usa feixes de radiação para eliminar ou reduzir tumores localizados. 

Pode ser associada a outros tratamentos para maior eficácia.

Imunoterapia

Fortalece o sistema imunológico para que o corpo reconheça e destrua as células cancerosas. 

Novos avanços têm mostrado bons resultados nesse campo.

Cirurgia

É menos comum, mas pode ser indicada para remover gânglios afetados ou tumores primários próximos.

O acompanhamento com especialistas é essencial para personalizar o tratamento, monitorar possíveis efeitos colaterais e avaliar o progresso ao longo do tempo.

Conclusão

O câncer nos gânglios linfáticos é uma condição séria que requer diagnóstico rápido e preciso para ser tratado de forma eficaz. 

Embora o câncer nos linfonodos possa ser causado por diferentes tipos de tumores, os linfomas, tanto de Hodgkin quanto não-Hodgkin, são as formas mais comuns de câncer que afetam diretamente os gânglios.

A detecção precoce é fundamental para aumentar as chances de sucesso do tratamento, que pode incluir quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e, em casos selecionados, cirurgia. 

O tratamento adequado depende do tipo de câncer, da extensão da doença e das características específicas de cada paciente.

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